quinta-feira, 19 de maio de 2011
sábado, 23 de outubro de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Noite Especial
Numa noite de lua cheia
Num mergulho, te conheci
Pensei que era sereia
Mas esta não estava ali
Dias se passaram
Então teu rosto eu vi
Meus olhos se encantaram
Ao amor não resisti
Vencendo a timidez
Contigo mexi
Rubor vencia a palidez
Era você ali
Falou comigo
Um sorriso me levou
Me elogiou ao pé do ouvido
Meu coração laçou
Agora busca-me
Aqui estou
Novamente laça-me
E contigo vou
Este é nosso primeiro nó
Da estrada de nossa vida
Nunca mais estarei só
Minha alma contigo é repartida
Pelo respeito que tens por mim
Os meus a ti me confiou
Não era um ser místico, observou
Era mais, era um Querobim.
Numa noite de lua cheia
Num mergulho, te conheci
Pensei que era sereia
Mas esta não estava ali
Dias se passaram
Então teu rosto eu vi
Meus olhos se encantaram
Ao amor não resisti
Vencendo a timidez
Contigo mexi
Rubor vencia a palidez
Era você ali
Falou comigo
Um sorriso me levou
Me elogiou ao pé do ouvido
Meu coração laçou
Agora busca-me
Aqui estou
Novamente laça-me
E contigo vou
Este é nosso primeiro nó
Da estrada de nossa vida
Nunca mais estarei só
Minha alma contigo é repartida
Pelo respeito que tens por mim
Os meus a ti me confiou
Não era um ser místico, observou
Era mais, era um Querobim.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Pássaro Vermelho
Com sua cor de fogo
Lembrando cardeal
Inicia seu jogo
Tira-a do normal
Quem o ama é uma borboleta
De vôos razos e sem coragem
Suas asas são caderneta
O ver chegar não passa de miragem
Ela olha para cima
Ele olha para frente
O canto dele predomina
Quando busca sua semente
Ele é imponente, cheio de certezas
Ela é frágil e alvo fácil
Vermelhas são suas tristezas
Desuniformes com seu leque anil
Uma flor pode se pôr em seus caminhos
Cruzar entre eles, um olhar
E nem mesmos seus espinhos
Os impediriam de se amar
Duas belezas diferentes
Coragem e medo a se juntar
Nadando contra as correntes
Pelo direito de sonhar
Que não venha um gavião
Separar tal união
Pois nada é impossível
Quando fala o coração.
Com sua cor de fogo
Lembrando cardeal
Inicia seu jogo
Tira-a do normal
Quem o ama é uma borboleta
De vôos razos e sem coragem
Suas asas são caderneta
O ver chegar não passa de miragem
Ela olha para cima
Ele olha para frente
O canto dele predomina
Quando busca sua semente
Ele é imponente, cheio de certezas
Ela é frágil e alvo fácil
Vermelhas são suas tristezas
Desuniformes com seu leque anil
Uma flor pode se pôr em seus caminhos
Cruzar entre eles, um olhar
E nem mesmos seus espinhos
Os impediriam de se amar
Duas belezas diferentes
Coragem e medo a se juntar
Nadando contra as correntes
Pelo direito de sonhar
Que não venha um gavião
Separar tal união
Pois nada é impossível
Quando fala o coração.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Como o ventoVai pássaro livre
Encontrar o teu destino
Não se vire
Descarte qualquer desatino
Deixe pra trás a corrente
E voa no tempo
Que um dia te foi tormento
E jaz uma ave contente
Que seu piu se fez perder todo
Procurando paz encontrar
Tu vias no fundo o pote de ouro
E a água a te salvar
Deixaram suas asas cortadas, desuniformes
Por mãos que te quiseram ouvir
Pra não mais chorar, sem alas, sem conformes
Buscando homem e natureza unir
Voa pra felicidade
Que o céu te seja miragem
E possas o amor encontrar
Voa no tempo
Sentindo a paz da brisa
Trazida pelo vento
Voa passarinho
Vôa
Como o vento.
Ao teu passo
Que onda o traz
Nobre rapaz?
Foi tempestade, capaz!
Foi vento de paz.
Que passos tão lentos
E olhos atentos
Te trazem a mim
Cheirando a jasmim?
Que passos tão largos
E olhos amargos
Te levam a ela
Que cheira canela?
A cor do pecado
Te leva de lado
Com andar apressado
E te esqueces de mim
E os cheiros se misturam
Meus lábios te procuram
Já és meu passado
Amor teve fim.
Que onda o traz
Nobre rapaz?
Foi tempestade, capaz!
Foi vento de paz.
Que passos tão lentos
E olhos atentos
Te trazem a mim
Cheirando a jasmim?
Que passos tão largos
E olhos amargos
Te levam a ela
Que cheira canela?
A cor do pecado
Te leva de lado
Com andar apressado
E te esqueces de mim
E os cheiros se misturam
Meus lábios te procuram
Já és meu passado
Amor teve fim.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Poetas Loucos
Talvez não haja melhor forma de provocar um distúrbio no silêncio do que a poesia.Como uma corda de violino a vibrar num curto momento, num espaço acústico,
a poesia é capaz de penetrar suavemente na nossa mente, tocar de leve na alma e
marcá-la antes de nós o sabermos.
Poetas Loucos
Poetas se recolhem em total abandono
Tire-lhe à pena
Esconda seus papéis na gaveta, mantenha
E as palavras o encontrarão no sonho
Tire-lhe o computador
E encontre em seu peito a dor
Luta sem vaidades
Pra trazer da boca suas verdades
A depressão é conflitante
Sentimento de incapacidade
Porque é dilacerante
Deixar sair a verdade
Em um instante se inspira
Seu pensamento indo além
A lembrança de tua amada conspira
Teu coração, teu requiem
E começa a falar de rosas
Vê sua amada descalça ao mar
Balançando seu vestido em rodas
Num cheiro descobre o que é amar
Abaixa-se na areia
E deita feito sereia
Escreve com sangue
Pra sempre e adiante...
Se envolve num beijo
Une o rio e o mar
A sorte chega num realejo
Começa a ganhar
Abre os olhos
Inspira pra criar
Poetas são loucos
Se banham de lua aos poucos
Entendem de cheiros e flores
Da boca espalham odores
Poemas perfumados
Que enfeitam a vida de alguém
Que anda com pés alados
Mas tal dom não têm
Louco poeta do nariz
Doce torna seu martírio
Confunde a amada com um lírio
Diz: "Vem comigo, faz-me feliz".
sábado, 1 de agosto de 2009
QUEM CHORA NOS SEUS BRAÇOS É ELA
QUEM CHORA NOS SEUS BRAÇOS É ELA
Ontem nas minhas orações,
Pedi a Deus que desse a você um grande amor
Pedi que fosse intenso e que viesse com cor...
Pedi que mostrasse a você que existe o beija-flor perfeito
Que ele vem de longe
Mas guarda no peito um grande amor...
Não gosto da métrica
Não gosto de estrofes perfeitas
Não gosto de seguir um estilo
Gosto do meu estilo
Sei que assim, você saberá o quanto foi bom pra mim
Pedi a Deus que me tirasse o dom
Pedi que pudesse não mais enxergar
Pedi a Deus que me mostrasse o tom, que eu não consigo identificar...
Acho que Deus não me entendeu
Ou entendeu errado o meu coração
Hoje quem chora nos seus braços é ela
E eu me acabo de emoção.
Ontem nas minhas orações,
Pedi a Deus que desse a você um grande amor
Pedi que fosse intenso e que viesse com cor...
Pedi que mostrasse a você que existe o beija-flor perfeito
Que ele vem de longe
Mas guarda no peito um grande amor...
Não gosto da métrica
Não gosto de estrofes perfeitas
Não gosto de seguir um estilo
Gosto do meu estilo
Sei que assim, você saberá o quanto foi bom pra mim
Pedi a Deus que me tirasse o dom
Pedi que pudesse não mais enxergar
Pedi a Deus que me mostrasse o tom, que eu não consigo identificar...
Acho que Deus não me entendeu
Ou entendeu errado o meu coração
Hoje quem chora nos seus braços é ela
E eu me acabo de emoção.
Juhx Kyakyo
Eu voltei... chei de emoções... eu voltei
DO FILHO QUE NÃO NASCEU
Não é possível que atrás desses belos olhos
Você não enxergue na janela uma mão que acena
Não é possível que nesses belos versos
Você seja rude e duro como a pedra que atirou em minha porta...
Não haja como se nada aconteceu
Pare de olhar com esses belos e rudes olhos claros
Chega dessas noites sem dormir ao calor da chama do meu cigarro
Chega do sabor amargo do conhaque solitário, chega!
Agora, papéis e caneta nas mãos
Uma taça de vinho seco, seco como nosso amor
É tudo o que torna minha existência existente
É tudo que exclui o que foi cravado e que brotou
Agora choro frente o espelho
Choro com o filho nos braços, o filho que não nasceu
O filho que jamais nascerá desse amor impotente e inerente
Choro lágrimas de esperança
Esperança de dançar na corda bamba de seu coração
Esperando a música de nós dois mostrar-me um tom
Espero que não seja um tom fúnebre
Mas isso, o destino dirá...
Sem esse amor seguirei, como sempre
De arte, vinho e tabaco
De Degas, Elis e Teatro
Cinema, vida e som. Amém.
Não é possível que atrás desses belos olhos
Você não enxergue na janela uma mão que acena
Não é possível que nesses belos versos
Você seja rude e duro como a pedra que atirou em minha porta...
Não haja como se nada aconteceu
Pare de olhar com esses belos e rudes olhos claros
Chega dessas noites sem dormir ao calor da chama do meu cigarro
Chega do sabor amargo do conhaque solitário, chega!
Agora, papéis e caneta nas mãos
Uma taça de vinho seco, seco como nosso amor
É tudo o que torna minha existência existente
É tudo que exclui o que foi cravado e que brotou
Agora choro frente o espelho
Choro com o filho nos braços, o filho que não nasceu
O filho que jamais nascerá desse amor impotente e inerente
Choro lágrimas de esperança
Esperança de dançar na corda bamba de seu coração
Esperando a música de nós dois mostrar-me um tom
Espero que não seja um tom fúnebre
Mas isso, o destino dirá...
Sem esse amor seguirei, como sempre
De arte, vinho e tabaco
De Degas, Elis e Teatro
Cinema, vida e som. Amém.
Juhx Kyakyo
sexta-feira, 12 de junho de 2009

Retrospectiva por duas mãos
Timidez,
lágrimas invisíveis,
invejosas
Um pedido para abandonar a solidão
As cortinas se abrem
Desvendam-se alma e coração
Á espera da noite
Para novamente o encontrar
Desafio,
um oceano
Pensamento é remo
Coração, o barco a navegar
O norte
É o teu olhar
Desejo...
Do teu lado estar
Passado, palavras mal colocadas
A súplica pelo apagar
Com uma tesoura podo os asas
que me encorajam a voar
Feita foi a escolha
Aqui é onde devo ficar
Então só me diz a receita
Como faço pra deixar de te amar?
Não me peça o impossivel
Pequeno aprendiz desses rumos
Confuso nesse espaço entre turnos
Da felicidade de querer ir e ficar
Remei, remei remei
E navegando
Navego
Procuro o encontro
Fora do susto e pranto
O seu mais cristalino sorriso
flutuando no tempo e espaço
velado, regado e adubado
Onde no silêncio ouço
o teu canto de outrora
que me faz sempre lembrar
de um outro jardim que eu queria ficar
e hoje tal sorriso me é refúgio
minha rede de paz
onde pra felicidade sempre posso voltar
e te encontrar a remar
onde a flor desabrocha
e anos a frente
volto e descubro
que ainda ali, tenho lugar
Timidez,
lágrimas invisíveis,
invejosas
Um pedido para abandonar a solidão
As cortinas se abrem
Desvendam-se alma e coração
Á espera da noite
Para novamente o encontrar
Desafio,
um oceano
Pensamento é remo
Coração, o barco a navegar
O norte
É o teu olhar
Desejo...
Do teu lado estar
Passado, palavras mal colocadas
A súplica pelo apagar
Com uma tesoura podo os asas
que me encorajam a voar
Feita foi a escolha
Aqui é onde devo ficar
Então só me diz a receita
Como faço pra deixar de te amar?
Não me peça o impossivel
Pequeno aprendiz desses rumos
Confuso nesse espaço entre turnos
Da felicidade de querer ir e ficar
Remei, remei remei
E navegando
Navego
Procuro o encontro
Fora do susto e pranto
O seu mais cristalino sorriso
flutuando no tempo e espaço
velado, regado e adubado
Onde no silêncio ouço
o teu canto de outrora
que me faz sempre lembrar
de um outro jardim que eu queria ficar
e hoje tal sorriso me é refúgio
minha rede de paz
onde pra felicidade sempre posso voltar
e te encontrar a remar
onde a flor desabrocha
e anos a frente
volto e descubro
que ainda ali, tenho lugar
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